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sexta-feira, 12 de junho de 2009

(2009/346) A Teologia e o blog da PETROBRAS


1. O título deste post é ambíguo. E não é. Há quatro "agentes" envolvidos no que quero escrever. O blog da PETROBRAS, os "editorialistas" da maedia vociferante, a Teologia "confessional" do fidei depositum e um projeto de Teologia científico-humanista, em trabalho de parto, mas prestes, a qualquer momento, a ser abortado. Vamos lá.

2. Histórico do blog da PETROBRAS. Até as arestas dos cacos de telha de monturos de obra sabem que a CPI da PETROBRAS, armada pelo demo-tucanato vendedor-da-Vale e quase-vendedor-da-Petrobras (e a gente devia ter impedido a venda da Vale também - quer dizer, venda não, que aquilo não foi venda, foi "entreguismo" cínico e criminoso), tem inconfessáveis, todavia notórios, interesses econômicos e político-partidários. Há mais aí, em torno da CPI, do que aquelas caras teatrais-profissionais da "oposição" dizem aos seus assessores midiáticos. Há o pré-sal - precisamos, rápido, de um novo Monteiro Lobato! -, há os interesses das grandes "produtoras" (?) de Petróleo, internacionais, multinacionais, aquelas mesmas que, agora, estão sentadas sobre as jazidas do Iraque, onde estavam, antes de sua nacionalização...

3. O Governo sabe, o Estado sabe, a base governista sabe, a oposição sabe, a maedia sabe, nós sabemos: mas não estamos todos do mesmo lado, não. Não mesmo! Melhor do que tudo: a PETROBRAS sabe. E sabe de duas coisas: primeiro, que essa CPI serve a dois propósitos: minar a própria PETROBRAS e, segundo, preparar o circo para 2010 (só há de se decidir quem é o palhaço e quem é o malabarista, se a maedia, se o demo-tucanato).

4. A PETROBRAS resolveu reagir. E que reação! Abriu um blog - Petrobras Fatos e Dados. Por meio dele, passou a fazer duas cosias: a) antecipar as perguntas que os "jornalistas" da maedia encaminhavam à Empresa, e b) apresentar antecipadamente à maedia as respostas da Empresa àquelas perguntas. A razão é simples, tão clara quanto as águas de Bonito: os "repórteres", generalizando, e excetuando-se aqueles que podem, de fato, usar o nome de "repórter", pinçavam uma ou outra declaração da Empresa, mas, na prática, escreviam o que queriam escrever e o teriam escrito mesmo sem as perguntas, porque não se trata de "reportagem" nem de "entrevista", mas de "matéria" político-ideológico programática.

5. Com seu gesto, a PETROBRAS passou a dar informações diretamente aos "leitores", na prática, ao povo brasileiro, que ganhava, de um lado, um canal de comunicação com, de longe, a maior empresa do Brasil - em todos os sentidos -, e, de outro, subsídio para perceber, no ato da burla, a manipulação "jornalística" da "pauta" dos jornalões nacionais. O leitor podia ler as perguntas dos jornalões, as respostas da Empresa e, confrontando-as, perceber o grau de "edição", digo, "manipulação", da matéria publicada.

6. Ah, a maedia estrebuchou. Jornalistas "profissionais" subiram nas tamancas. Uma de suas associações, tomada de profética indignação, veio a público, reclamar, para, imediatamente, ser posta em seu lugar pela própria ABI e pela OAB, que declararam absolutamente pertinente, justa e ética a posição da PETROBRAS. Por último, os "editorialistas", a "voz" dos jornalões, em coro ensaiado, veio a público, resmungar. A PETROBRAS deu espaço para a reclamação - isso, em direito, chama-se juris esperniandi...

7. Na prática, os "editorialistas" alegam que a "imprensa" é a voz da notícia. Sem a sua "edição", o público perde... Sim, e não. A imprensa é maedia - é meio. Deveria ser. Mas virou fim. Trabalha para si mesma, para seu ventre e bolso. Não é para o país que trabalha (mais - se algum dia o fez). Não é para a nação. Não é, sequer, para o povo. É para si, para sua conta bancária. Para isso, alia-se - desde sempre - ao que de mais reacionário há no cenário político e econômico-financeiro brasileiro. PFL/DEM, e, agora, PSDB, enfronham-se até a obscenidade no jogo midiático. A "direita" e "extrema-direita", a falsa esquerda, o cinismo político-marqueteiro está fulo da vida, porque vai-se revelando desnecessário, mais do que supérfluo, prejudicial, nocivo, maniplador, entreguista - traidor da Pátria - esse "serviço" espúrio.

8. Na prática, transformam a intermediação em fim. Na prática, transformam aqueles para quem deviam trabalhar, a quem deviam servir, em massa útil. Não é apenas o fato de ser contestada pela PETROBRAS, mas de, com sso, a PETROBRAS pôr em ameaça a disfunção funcional da maedia - a própria empresa pode pôr-se em comunicação com o povo, dispensando - ai, que medo! - as fortunas que despeja com propaganda... nos jornalões. E, o que aqui me interessa: deixar claro que uma maedia que perde a função, que manipula a informação, não é apenas inútil, é criminosa.

9. Pois bem, extraio desse "caso" um elemnto, e apenas esse, deixo claro, para, com ele, refletir sobre a disputa que se começa a travar - e que se há de tornar mais acirrada - entre a Teologia confessional e uma Teologia (verdadeiramente) cintífico-humanista - no MEC. Vamos a um breve histórico.

10. Desde a Reforma - culpa da Reforma, certamente, ainda que ela mesma jamais o quisera -, que o Ocidente re-iniciou (depois da "morte" medieval e do Renascimnto daí decorrente) um processo de despertamnto das rotinas crítico-racionais de conhecimento. Platão começou a ser, lentamente, aposentado. Aristóteles passaria a ser "namorado" cada vez mais eroticamente pela sociedade ocidental, fato que levou a Igreja à tentativa de um castramento aristotélico, dito, improcedentemente, "teologia aristotélica tomasiana", quando fora castração mesmo... Nem um tijolo do edifício medieval esboroou-se com o "aristoteismo tomasiano", porque, a rigor, no que era definitivamente nevrálgico, nada, na sua base, foi alterado (mais ou menos como a "moda" da Teologia como metáfora, que ronda os currais teológicos...).

11. Debalde, contudo. A sociedade ocidental experimentou inexorável impulso emancipador, crítico, revolucionário, racional, ético, a começar pelas disputas entre Teologia Bíblica e Teologia Sistemática, que vai levar à separação definitiva de ambas em 1787 (marco didático). Hoje, Teologia Sistemática nada tem a ver com Exegese e Teologia Bíblica - trata-se de um fóssil patrístico-medieval, platônico, uma assombração, um zumbi conciliar. Mas ela se considera a novela das oito - porque é ela, ainda, a sustentar a política eclesiástica evangélico-protestante.

12. Paralelamente a isso, na Inglaterra, elaboram-se os projetos político-liberais e científico-empíricos - adeus, Platão! Na França, um ainda insuficiente e equivocado cartesiaismo (idealismo platônico não-eclesiástico) ensaia uma libertação do autoritarismo de Roma e de Wittenberg. Mais tarde, os dois movimentos hão de se encontrar. O "canal" que o peritirá será a Revolução Francesa, que, como marco didático, marca o início da emergência do sistema democrático-replubicano de governo, no Ocidente. Na seqüência, surge o Romantismo que, em diálogo-confronto com o Iluminismo (cartesianismo/empirismo/racionalismo), dá nascimento ao sistema heurístico moderno - Ciências da Natureza, Ciências Exatas e Ciências Humanas.

13. A Teologia ficou isolada. Enquanto tudo o mais assumiu uma plataforma não-metafísica (isto é, não mitológica), não-ontológica (isto é, não nomativa), ela, não. Deus permaneceu firme nos portais da Teologia. Ela, teocrática, platônica e normativa, jamais admitiu abrir mão de seu reinado. Ela, coitada, foi sacerdote do conhecimento (Ml 2,7) por tanto tempo, que, pobre dela, ainda acha que é de sua boca que sai qualquer coisa a que se possa chamar de "conhecimento". Sai mito, e olhe lá, porque, no que ela fala, hoje, nem mais aquela densidade psicológico-política, profunda, do mito, se pode perceber. É meramente uma arranjo conciliar-doutrinário, de caráter político-platônico, embolorado e dispensável, descolado da realidade - e até da realidade da própria Igreja. Construção oca. Vergalhões enferrujados, imprestáveis para arrimo do que quer que seja, e que somente estão de pé à custa de muita retórica e prestidigitação intra-muros: o mundo todo sabe que ela ruiu, mas ela faz que não...

14. No fundo, o problema da Teologia confessional (e tanto faz, agora, se seja no MEC ou não) é o mesmo do jornalismo midiático - assenhoreou-se do serviço, e tornou-o e a si mesma fim. Não é como intermediária que ela se firma, mas como topos. Ela, o axis mundi... A sociedade desdobra-se a partir dela - é o que ela acha. Pensar que qualquer um possa denunciar o anacronismo de seus fundamentos... impossível! Por que todo o esforço - hercúleo e impertinente (ainda que legitimamente provinciano - é seu "consolo") - para desviar-se do paradigma epistemológico científico-humanista? Para não cair na mão dos "homens", como se, tal qual é, estivesse na mão de "Deus"? Mas "Deus" aí não é mais do que uma pálida cortina para a normatização política da tradição... Isso ela o sabe, mas não o pode admitir.

15. Penso que a Teologia sabe - é a única coisa que ela "sabe", afinal - que, no jogo científico-humanista não há como ela manter-se "adminsitrando" o "saber" teológico, que não é "saber", mas mito e racionalização. É como o anjo acima - de longe, é uma coisa, mas quando você olha de perto... Por isso: mantenham os homens longe! É justamente isso que ela não quer, abrir mão de ser a gestora, ela mesma, daquilo com o que ela se apresenta em praça pública cmo "gestora" das coisas de Deus. Como o jornalista corporativo indignado diante do blog da PETROBRAS, a Teologia confessional se agarra à retórica confessional-medieval para impedir que seu "fazer" corporativo resulte, afinal, "democratizado". No MEC, qualquer um há de meter o dedo na Teologia. E ela, quero dizer, eles e elas, eles, o teólogos, elas, as teólogas, o querem?


OSVALDO LUIZ RIBEIRO

PS. Para uma opinião sobre a CPI da PETROBRAS alguma coisa próxima e alguma coisa distante da minha, cf. "O Jogo do Pré-sal na CPI".

segunda-feira, 8 de junho de 2009

(2009/342) Ha! Ha! Ha! Ha! Ha!


1. O moleque, do conto, gritava, "ai, minha cabeça!, ai!, minha cabeça!, e o profeta vai cuidar dele, mais tarde. Eu grito: ai!, minha barriga!, ai! minha barriga!, e ninguém me pode curar... Estou aqui me estrebuchando de rir, dando gargalhadas, divertindo-me à beça com a coisa mais estrambótica que já li... Johan Huizinga chamaria a esses senhores de "jogadores", e, à PETROBRAS, de "desmancha-prazer". Ela jogou água no cozido da maedia, e a maedia está aborrecidíssima. Ai!, meu cozido!, ai! meu cozido! Está pensando em ir reclamar com... com... com o bispo!

2. Ha! Ha! Ha!

3. Eis a "nota" - peça cômica" - da Associação Nacional de Jornais:

ANJ se manifesta contra Petrobras
Empresa divulga perguntas de jornalistas antes de matérias serem publicadas.

NOTA À IMPRENSA

A Associação Nacional de Jornais (ANJ) manifesta seu repúdio pela atitude antiética e esquiva com que a Petrobras vem tratando os questionamentos que lhe são dirigidos pelos jornais brasileiros, em particular por O Globo, Folha de S.Paulo e O Estado de S.Paulo, que nas últimas semanas publicaram reportagens sobre evidências de irregularidades e de favorecimento político em contratos assinados pela estatal e suas controladas.

Numa canhestra tentativa de intimidar jornais e jornalistas, a empresa criou um blog no qual divulga as perguntas enviadas à sua assessoria de imprensa pelos jornalistas antes mesmo de publicadas as matérias às quais se referem, numa inaceitável quebra da confidencialidade que deve orientar a relação entre jornalistas e suas fontes. Como se não bastasse essa prática contrária aos princípios universais de liberdade de imprensa, os e-mails de resposta da assessoria incluem ameaças de processo no caso de suas informações não receberem um “tratamento adequado”. Tal advertência intimidatória, mais que um desrespeito aos profissionais de imprensa, configura uma violação do direito da sociedade a ser livremente informada, pois evidencia uma política de comunicação que visa a tutelar a opinião pública, negando-se ao democrático escrutínio de seus atos.

Brasília, 8 de junho de 2009

Júlio César MesquitaVice-Presidente da ANJ

Responsável pelo Comitê de Liberdade de Expressão


4. Alguém me ajude aí. Zabatiero disse que meus alunos e eu, juntos, não soubemos ler os artigos da Estudos Teológicos 47/2 - bem, eu sozinho posso estar tendo alucinações com essa "nota": é isso mesmo que eu li? A ANJ está reclamando da transparência da PETROBRAS, único antídoto contra a manipulação de perguntas-respostas à luz de munições fornecidas sabe Deus como, e com intenções claramente anti-governistas, e com vistas a 2010? É isso? E tiveram coragem de dizer isso em público? Deus do céu! É o fim do mundo... Ou da ANJ...


5. Bem, justiça seja feita: é de direito... Chama-se juris esperniandi...


OSVALDO LUIZ RIBEIRO

PS. Toma lá - dá cá: e a PETROBRAS imediatamente reage à "nota" da ANJ:

Sobre a nota da ANJ
Junho 8, 2009 by Blog Fatos e Dados Petrobras

A propósito da nota da Associação Nacional dos Jornais sobre o blog Fatos e Dados, emitida pela entidade em 08/06/2009, a Petrobras declara:

O blog foi lançado com o objetivo de apresentar fatos e dados recentes da Petrobras, o posicionamento da empresa sobre as questões relativas à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), e garantir a total divulgação dos esclarecimentos solicitados pela imprensa e as respectivas respostas enviadas aos jornalistas. A Petrobras respeita os princípios universais de liberdade de imprensa, tanto que, em nenhum momento, se esquivou de responder às perguntas enviadas, de forma direta e clara. Tampouco, usou de qualquer meio para evitar a publicação de reportagens e notas, mesmo quando a empresa está sendo atacada.

A noção de confidencialidade e sigilo, como a própria nota da ANJ registra, é um princípio que norteia a relação dos jornalistas com suas fontes (pessoas ou empresas, consultorias). O objetivo principal é preservar aqueles que passam informações aos jornalistas e que, por qualquer motivo, precisam ou querem se manter no anonimato. Mas não há compromisso semelhante de confidencialidade e sigilo da fonte para o jornalista, pois isso limitaria o próprio caráter público e aberto da informação.

Quanto à suposta ameaça citada na nota da ANJ, em seus parágrafos três e quatro, esclarecemos que a Petrobras respeita a imprensa e jamais faria ou fez qualquer ameaça a jornalistas ou jornais. A nota se refere, na verdade, a uma mensagem de segurança padrão e automática, sem qualquer vínculo com o relacionamento com a imprensa e veiculada há anos na correspondência eletrônica emitida a partir do correio eletrônico da Petrobras, por todos os funcionários da empresa. Essa é uma proteção amplamente adotada por provedores confiáveis, e mensagens semelhantes acompanham emails enviados por jornalistas de diferentes veículos. No caso da Petrobras, a mensagem é destinada, principalmente, aos empregados da empresa. Isso pode ser facilmente constatado pela própria leitura da íntegra da mensagem (O emitente desta mensagem é responsável por seu conteúdo e endereçamento. Cabe ao destinatário cuidar quanto o tratamento adequado. Sem a devida autorização, a divulgação, a reprodução, a distribuição ou qualquer outra ação em desconformidade com as normas internas do Sistema Petrobras são proibidas e passíveis de sanção disciplinar, cível e criminal). O foco interno fica bem claro na citação às normas internas do Sistema Petrobras e na menção a sanções disciplinares, o que só é possível adotar em relação a funcionários.

A Petrobras reafirma que, assim como os veículos de comunicação, defende a livre e ampla circulação de idéias, informações e conhecimento. Como companhia de capital aberto e maior empresa do Brasil, com negócios em diversos países, consideramos que é nosso dever garantir que clientes, acionistas, parceiros e toda a sociedade tenham pleno acesso aos esclarecimentos prestados por nós. Este é o nosso único objetivo.


E MAIS

A ABI e o blog da Petrobras
By Blog Fatos e Dados Petrobras

Veja abaixo a carta enviada pelo presidente da Associação Brasileira de Imprensa:

“A ABI considera legítima a decisão da Petrobras de criar um blog para divulgação das informações que presta à imprensa e especialmente aos veículos impressos, uma vez que as questões relativas ao seu funcionamento e aos seus atos de gestão interessam ao conjunto da sociedade, que não pode ficar exposta ao risco de filtragem das informações típica e inseparável do processo de edição jornalística. A empresa tem o direito de se acautelar, através das informações que difunde no blog, contra as distorções em que os meios de comunicação têm incorrido, como a própria ABI registrou em matéria publicada da edição de 31 de maio de um dos jornais que agora se insurgem contra o blog da empresa.

A criação do blog constituiu-se em instrumento de autodefesa da empresa, que se encontra sob uma barragem de fogo crítico disparado por vários veículos impressos. Não se poderá alegar que é assegurado à empresa o direito de resposta, uma vez que quando este for exercido a informação nociva já terá produzido afeitos adversos. Ademais, é conhecido principalmente dos jornalistas o tratamento que a imprensa concede tradicionalmente ao direito de resposta, se e quando o reconhece e o acata: a informação imprecisa ou inidônea é divulgada com um destaque e uma dimensão que não se confere à resposta postulada e concedida.

O presente confronto entre a empresa e alguns veículos de comunicação tem inegável cunho político, com favorecimento de segmentos partidários que se opõem ao Governo Lula. A Petrobras encontra-se, infelizmente, na linha de tiro do canhoneio contra ela assestado. Atacá-la com a virulência que se anota agora não faz bem ao País.

Rio de Janeiro, 9 de junho de 2009
Maurício Azêdo, Presidente"

Podiam ter dormido sem essa!

domingo, 7 de junho de 2009

(2009/338) Ninguém segura a blogosfera!


1. Que dias vivemos! E nunca o imaginamos - antes dele chegar! E, se chegamos a concebê-lo - agora o vivemos, nós, nós! Ah!...

2. Esse pronunciamento da PETROBRAS me parece simbólico - mais: um marco. O mundo não vai dar ré - e, se der, não vai ser para o mesmo lugar de onde veio...

3. Nossa opinião.

3.1 Em relação a matéria publicada na edição de hoje, 07/06, no jornal O Globo, intitulada “Petrobras vaza em blog informações obtidas por jornalistas”, a companhia entende que não houve quebra de confidencialidade ou ilegalidade na publicação das perguntas e respostas enviadas aos jornalistas no recém lançado blog Fatos e Dados.

3.2 Com efeito, a relação entre a Petrobras e os veículos de comunicação que a interpelam é essencialmente pública. Neste contexto não há espaço para informação sigilosa, como o verbo “vazar” utilizado no título pressupõe. Tanto as respostas da Petrobras são públicas quanto as perguntas dos repórteres também o são, ou deveriam ser.

3.3 A publicação das respostas no blog, antes da decisão editorial de o jornal publicar ou não a reportagem em questão, reforça o objetivo da Petrobras de alcançar o máximo de transparência possível no relacionamento com seus públicos de interesse.

3.4 A agilidade no tratamento e no encaminhamento das respostas ao sempre legítimo questionamento da imprensa demonstra também o compromisso da Cia em prestar todos os esclarecimentos a ela solicitados.

3.5 A Petrobras tem liberdade para publicar a íntegra das respostas que fornece aos veículos de comunicação porque é fonte e detentora dos dados disponibilizados. No campo jurídico, especialistas consultados reafirmam a legalidade de nossa decisão. Cabe-nos, entretanto, ressaltar que a medida não tem como objetivo prejudicar o trabalho dos jornalistas.

3.6 A iniciativa de criar o blog Fatos e Dados, na opinião da Petrobras, é um marco na construção de novas pontes de comunicação com os públicos de relacionamento da companhia em uma nova era de circulação de informação digital em tempo real. A chamada blogosfera permite uma relação direta entre a fonte divulgadora de informação e leitores, sem a necessidade de filtros, de maneira que a decisão sobre o que interessa de fato ao receptor seja por ele selecionada, na medida em que tem acesso a íntegra das perguntas e respostas.

3.7 Entende, ainda, a Petrobras que contribui com o avanço democrático ao possibilitar um diálogo mais profundo nessa complexa teia, composta por intermediários pulverizados e integrados em redes múltiplas.

3.8 Por fim, cabe ressaltar que o objetivo do blog é essencialmente dar transparência aos processos da Petrobras e não prejudicar o levantamento de fatos e dados de jornalistas. Ao contrário, a divulgação prévia poderá propiciar aos veículos, inclusive, que justifiquem mais tecnicamente suas legitimas posições editoriais. Quaisquer que sejam elas, desde que explicitamente opiniões, serão sempre legítimas no entendimento da Petrobras".



OSVALDO LUIZ RIBEIRO

(2009/337) A face apócrifa e subterrânea da pós-modernidade não-fundacional


1. Insisto, e quem houver de ficar aborrecido, só tomando um banho frio - a pós-modernidade, de recorte epistemológico pós-fundacional, escolhe: ou serve aos interesses mais estapafúrdios e esdrúxulos, ou serve para acabar com toda possibilidade de discurso crítico e criticável.

2. Um exemplo muito simples, mas que sai da sala de aula, sala de aula onde tudo pode, onde os mestres parem mundos de sua cabeça, e eles, tanto faz, os mestres, os mundos, ficam voando, sem chão, na sua frente, opa!, eu quero esse, opa!, eu quere esse outro!, ah!, esse aqui é meu, ah!, eu gosto desse...

3. Acompanhe-se de perto o caso maedia corporativa (até escrever o nome dos jornalões me dá urticária - mas esses aí, das bancas, de manchetes decididas político-partidariamente) versus blog da PETROBRAS. Ah, esse, sim, é um caso para que se possa ver o quanto vale e a que servem essas epistemologias não-fundacionais...

4. Vamos lá. A maedia corporativa tem a sua pauta - Deus sabe onde (eu desconfio onde) essa pauta é montada e por quem ela é municiada. A partir das munições que recebe das "fontes" (ah, se eu fosse uma mosca...), a maedia elabora "perguntas". A PETROBRAS responde. A maedia diz o que quer dizer. Ela escolhe uma ou duas frases, para ter como dizer que cita a PETROBRAS, e, com essas duas ou três frases, escreve o que quer escrever, incitando os leitores a suspeitas as mais sofisticadas - e politicamente dirigidas...

5. Não importa que a PETROBRAS negue. Os jornalões escrevem o que qerem escrever. Pois bem, Rortys da vida: com quem está a verdade? Não-fundacionismo significa que não há fundamnto que não o discurso... Tudo é discurso, até o poste da rua... Você acorda de manhã, vai à padaria, bom dia, senhor discurso, bom dia, senhora frase, e, porque fica dando atenção aos senhores discursos e às senhoras frases, acaba pisando no cocô de um cachoro-discurso...

6. Ainda que a pragmática desse imbróglio (Brasil, 2010, CPI, oposição-de-olho-em-2010, maedia e PETROBRAS) seja político, fatos são fatos. Às favas com quem afirme que não há fatos. Quem tem prisão de ventre, decerto, não é pós-moderno! Quem tem prisão de ventre há de - literalmente - curvar-se aos fatos, se você me entende... Se o critério não for a verdade factual, jornalística, documental, ela será meramente show e comício, seja do José Soares e de suas "meninas" (que papelão, meninas!), seja do Faustão. Dá na mesma a Polícia Federal e o Tiririca. Deus do céu!, em que mundo estamos?

7. Testemunhar esses dias! Enxergar com esses olhos que vão pedindo óculos-para-perto esse jogo de palavras em torno dos fatos, a esconder os fatos, a deturpar os fatos, e, para além de deturpar os fatos, jogo de torcer as palavras, de sofismá-las, de fingir que as leva a sério, essa hipocrisia política.

8. Porém, se você tem olho na cara, sabe ler, e bom-senso, basta acompanhar o blog da PETROBRAS. Divirta-se, de um lado, com as p*** certeiras que ela está a dar na cabeça dos jornalões, cada linha lá, uma resposta cá, o que não se via no Brasil... bem, eu nunca vi isso no Brasil! E estou adorando! De outro lado, poderá ler as perguntas dos jornalões (sim, de modo admirável, e para furor incontrolável dos jornalões, que alega "vazamento de perguntas" [é para rir?], o blog está disponiblizando o roteiro das perguntas que os jornalões encaminham), ler as respostas que a PETROBRAS dá às perguntas, e ver como os jornalões compõem seu discurso pós-moderno - cínico e comprometido, mas, ccertamente, não com a verdade, nem com a sintaxe...

9. Sim, sim, sei onde quer chegar esse Senhor Não-Fundamento. Para ele, bom mesmo é um bom blog de crítica, para metê-lo no buraco de onde não devia nunca ter saído. Mas, já que saiu - Rodox nele...


OSVALDO LUIZ RIBEIRO

sábado, 6 de junho de 2009

(2009/335) "Por que os jornais investem contra o blog da Petrobras?"


1. "Por que os jornais investem contra o blog da Petrobras?" 0- extraído, literalmente, do blog Viomundo, do Azenha. Estamos, defintiivamente, numa outra era...

Por que os jornais investem contra o blog da Petrobras?
Luiz Carlos Azenha

1) Porque perdem o "monopólio da informação" e, com isso, autoridade sobre o público;

2) Porque os leitores agora podem saber quais são TODAS AS PERGUNTAS feitas pelos jornais à Petrobras;

3) Porque comparando todas as perguntas feitas pelos jornais e todas as respostas dadas pela Petrobras com o que é efetivamente publicado os leitores podem descobrir as manipulações feitas com as respostas no processo de edição;

4) Porque essa comparação permite ao público descobrir quais as respostas da Petrobras serão simplesmente omitidas do jornal impresso para não "atrapalhar" a pauta;

5) Porque comparando as perguntas feitas pelos diferentes jornais, o público pode entender que há gente alimentando simultaneamente os jornais com informações em busca de levantar a bola para a CPI;

6) Porque as perguntas fornecem pistas sobre quem está alimentando os jornais com o objetivo de criar o "escândalo" necessário ao sucesso do palanque eleitoral da CPI;

7) Porque essas pistas poderão levar o público a descobrir que os jornais são usados em campanhas eleitorais ou com objetivos inconfessáveis, como o de entregar o pré-sal a empresas estrangeiras;

8) Porque o blog da Petrobras desloca público do jornal impresso para a internet, onde o público poderá receber informações, por exemplo, sobre como a grande imprensa brasileira atacou Getúlio Vargas quando ele criou a Petrobras;

9) Porque todo esse processo pode deixar claro que a grande imprensa não é isenta, nem imparcial, nem honesta; que diz não ter lado, mas tem; que está a serviço de "uma causa", assim como esteve quando fez campanha contra a criação da Petrobras ou em favor do golpe militar de 1964;

10) Porque eles ainda não sairam do século 20.
Vá ao blog da Petrobras e contribua com a investigação dos jornais. É por isso que o Viomundo apóia o controle social dos gastos de publicidade de governos, órgãos e empresas públicas".

OSVALDO LUIZ RIBEIRO

sexta-feira, 5 de junho de 2009

(2009/327) Por isso não assisto mais ao José Soares


"Diante do comentário do apresentador Jô Soares, no programa do dia 03 de junho de 2009, sobre as contratações realizadas pela Petrobras, a companhia gostaria de prestar os seguintes esclarecimentos:

Não está correta a afirmação de que a Petrobras 'faz 80% das compras sem licitação', como afirma matéria do jornal O Globo publicada no domingo (31/05). Do total contratado em 2008, cerca de 70% foram por licitações em modalidades previstas no Decreto 2.745 e 30% por dispensa ou inexigibilidade de licitação.

As contratações realizadas pela Petrobras seguem estritamente o que a legislação determina. Elas se amparam no decreto-lei 2.745, de 1998, instituído para dar maior agilidade para contratação de bens e serviços, em um ambiente de livre competição.

O Decreto 2.745/98 possui uma estrutura idêntica à da Lei 8.666/93. Em ambos a licitação é a regra e tanto o decreto como a lei prevêem, em determinados casos, a dispensa de licitação. São as mesmas modalidades de licitação (concorrência; tomada de preços; convite; concurso; e leilão). São os mesmos tipos de licitação (melhor preço; melhor técnica; e técnica e preço).

A diferença está na simplificação do procedimento, em especial no que se refere a prazos (por exemplo, o prazo entre a divulgação da licitação e o recebimento das propostas é menor no Decreto 2.745/98) e na escolha da modalidade das licitações.

Ainda que contestado pelo Tribunal de Contas da União, este decreto-lei vem sendo
referendado pelo Supremo Tribunal Federal, que já concedeu dez liminares favoráveis à Companhia.

Uma das maiores companhias petrolíferas do mundo, e a quarta maior em reputação entre todos os segmentos de negócio, a Petrobras tem suas contas analisadas de forma permanente e contínua, por auditorias internas e externas, através da Controladoria Geral da União (CGU) e do Tribunal de Contas da União (TCU), além de cumprir todas as exigências da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), da lei Sarbannes-Oxley e da Securities and Exchange Commission (SEC), tendo seus balanços auditados e aprovados em todas as instâncias".


1. É o que dá humorista meter-se a fazer política de encomenda. Bem-feito! E tem muita gente na maedia precisando levar uma sova dessa. Se o José Soares voltasse a fazer o humor de antes de ir para a Globo, por exemplo, aquele, de quando era do SBT, seria bem melhor do que esse ventríloquo de direita em que se tornou na vitrine global.

2. O problema não são as suas críticas ao Governo e, por isso, à PETROBRAS. O problema é o fato de que tais críticas são notoriamente político-partidárias e parciais, infundadas, até. Além disso, nunca, absolutamente nunca, critica nada, absolutamente nada, de seu candidato à Presidência, o senhor governador de São Paulo, que, de empresas de saneamento e esgotamento sanitário, passando por educação e empresa metroviária, sem falar em rodo-anéis e bancos estaduais - tem "casos" de sobra, mas põe de sobra nisso, para umas "risadinhas" sem-graças de Soares e suas - coisa triste, meu Deus - jornalistas" de cera...


OSVALDO LUIZ RIBEIRO

quinta-feira, 4 de junho de 2009

(2009/323) Sob ataque programático, PETROBRAS lança blog


1. Isso, aí, PETROBRAS - nada de apanhar nas cordas! Tem uns e outros por aí que precisam aprender uma regra simples da Física - a toda ação corresponde uma reação, ou, dito no velho e bom português, com ou sem acordo ortográfico: deu, levou.

2. Então toma...



OSVALO LIZ RIBEIRO

terça-feira, 19 de maio de 2009

(2009/273) Santo não, mas quem não endossaria?


1. Quero dizer, a Carta-Testamento. Seu teor - quem não a endossaria? Santo Getúlio Vargas não foi - nessa Realpolitik, quem o é? Certamente, nem Lula. Mas não se trata de ser santo ou não: trata-se da defesa da nacionalidade, dos cidadãos, principalmente dos menos favorecidos. Trata-se de exigir direitos, de impô-los, porque o capital, sozinho, não os há de reconhecer - pelo contrário.

2. Vivemos outros dias iguais àqueles. O pré-sal é quase uma nova PETROBRAS. Há varejeiras por toda parte. Por isso, a Carta-Testamento de Vargas tem freqüentado blogs de política. Peroratio também é um blog de política. No que diz respeito ao teor progressista, nacionalista, desenvolvimentista, no que diz respeito à denúncia dos interesses maiores contra a Nação, contra o Povo, contra a Pátria, vale a pena reler esse documento histórico - e ficar de olho:

24 de agosto de 1954

Mais uma vez, as forças e os interesses contra o povo coordenaram-se novamente e se desencadeiam sobre mim.

Não me acusam, insultam; não me combatem, caluniam e não me dão odireito de defesa. Precisam sufocar a minha voz e impedir a minha ação, para que eu não continue a defender, como sempre defendi, o povo e principalmente os humildes. Sigo o destino que me é imposto. Depois de decênios de domínio e espoliação dos grupos econômicos e financeiros internacionais, fiz-me chefe de uma revolução e venci. Iniciei o trabalho de libertação e instaurei o regime de liberdade social. Tive de renunciar. Voltei ao Governo nos braços do povo. A campanha subterrânea dos grupos internacionais aliou-se à dos grupos nacionais revoltados contra o regime de garantia do trabalho. A lei de lucros extraordinários foi detida no Congresso. Contra a justiça da revisão do salário mínimo se desencadearam os ódios. Quis criar a liberdade nacional na potencialização das nossas riquezas através da Petrobrás, mal começa esta a funcionar, a onda de agitação se avoluma. A Eletrobrás foi obstaculizada até o desespero. Não querem que o trabalhador seja livre. Não querem que o povo seja independente.

Assumi o Governo dentro da espiral inflacionária que destruía os valores de trabalho. Os lucros das empresas estrangeiras alcançaram até 500% ao ano. Na declaração de valores do que importávamos existiam fraudes constatadas de mais de 100 milhões de dólares por ano. Veio a crise do café, valorizou-se o nosso principal produto. Tentamos defender seu preço e a resposta foi uma violenta pressão sobre a nossa economia a ponto de sermos obrigados a ceder.

Tenho lutado mês a mês, dia a dia, hora a hora, resistindo a uma pressão constante, incessante, tudo suportando em silêncio, tudo esquecendo a mim mesmo, para defender o povo que agora se queda desamparado. Nada mais vos posso dar a não ser meu sangue. Se as aves de rapina querem o sangue de alguém, querem continuar sugando o povo brasileiro, eu ofereço em holocausto a minha vida. Escolho este meio de estar sempre convosco. Quando vos humilharem, sentireis minha alma sofrendo ao vosso lado. Quando a fome bater à vossa porta, sentireis em vosso peito a energia para a luta por vós e vossos filhos. Quando vos vilipendiarem, sentireis no meu pensamento a força para a reação. Meu sacrifício vos manterá unidos e meu nome será a vossa bandeira de luta. Cada gota de meu sangue será uma chama imortal na vossa consciência e manterá a vibração sagrada para a resistência. Ao ódio respondo com o perdão. E aos que pensam que me derrotaram respondo com a minha vitória. Era escravo do povo e hoje me liberto para a vida eterna. Mas esse povo de quem fui escravo não mais será escravo de ninguém. Meu sacrifício ficará para sempre em sua alma e meu sangue será o preço do seu resgate.

Lutei contra a espoliação do Brasil. Lutei contra a espoliação do povo. Tenho lutado de peito aberto. O ódio, as infâmias, a calúnia não abateram meu ânimo. Eu vos dei a minha vida. Agora ofereço a minha morte. Nada receio. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na história.

Getúlio Vargas



3. Não, com o nome que têm hoje, alguns dos partidos políticos atuais não estavam lá, não. Com os nomes atuais, é claro...


OSVALDO LUIZ RIBEIRO

(2009/272) Para mandar e-mail


1. Ou você manda um e-mail, parabenizando-os pela coragem cívica e "ética" de "investigar" a PETROBRAS, ou manda um, reclamando, indignado, recomendando que os senhores e senhoras deputadas deixem a gigante brasileira de fora de suas artimanhas políticas. Há quem, eventualmente concorde com essa decisão politiqueira e infeliz de uma CPI? Eventualmente. Há quem esteja uma arara com essa plêiade de preocupadíssimos patriotas? Eis aqui um. Cada qual que mande o e-mail que julgar pertinente. Mas é o fim da picada que, depois de afundarem um plataforma inteira, de causarem o maior desastre ecológico da história do Brasil e de quase trocarem o nome e venderem a PETROBRAS - certamente como "venderam" a Vale -, PSDB e DEM venham com essa pose de bons moços compatriotas. Sei... Não há limites, senhores? Mas fica aí a lista dos senadores e senadoras que votaram a favor da CPI da PETROBRAS - uma chuva demo-tucana, com espirros espúrios, certamente pertinentes:
1. Álvaro Dias (PSDB-PR) - CRIADOR DA CPI - alvarodias@senador.gov.br
2. Sérgio Guerra (PSDB-PE)-sergio.guerra@senador.gov.br
3. Marco Maciel (DEM-PE)-marco.maciel@senador.gov.br
4. Lucia Vânia (PSDB-GO)-lucia.vania@senadora.gov.br
5. Antonio Carlos Junior (DEM-BA) - acmjr@senador.gov.br
6. Agripino Maia (DEM-RN) -jose.agripino@senador.gov.br
7. Raimundo Colombo (DEM-SC)-raimundocolombo@senador.gov.br
8. Efraim Morais (DEM-PB) -efraim.morais@senador.gov.br
9. Pedro Simon (PMDB-RS)-simon@senador.gov.br
10. Jarbas Vaconcelos (PMDB-PE) -jarbas.vasconcelos@senador.gov.br
11. Cícero Lucena (PSDB-PB) -cicero.lucena@senador.gov.br
12. Demóstenes Torres (DEM-GO) -demostenes.torres@senador.gov.br
13. Jayme Campos (DEM-MT) -jayme.campos@senador.gov.br
14. Heráclito Fortes (DEM-PI) -heraclito.fortes@senador.gov.br
15. Mario Couto (PSDB- PA)-mario.couto@senador.gov.br
16. Eduardo Azeredo (PSDB-MG) -eduardo.azeredo@senador.gov.br
17. Flexa Ribeiro (PSDB-flexaribeiro@senador.gov.br
18. Kátia Abreu (DEM-TO)-katia.abreu@senadora.gov.br
19. Romeu Tuma (PTB-SP) -romeu.tuma@senador.gov.br
20. Arthur Virgílio (PSDB-AM) -arthur.virgilio@senador.gov.br
21. Marconi Perillo (PSDB-GO)-marconi.perillo@senador.gov.br
22. Mão Santa (PMDB-PI) -maosanta@senador.gov.br
23. João Tenório (PSDB-AL) -jtenorio@senador.gov.br
24. Gilberto Goellner (DEM-MT) -gilberto.goellner@senador.gov.br
25. Marisa Serrano (PSDB-MS) -marisa.serrano@senadora.gov.br
26. Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) -mozarildo@senador.gov.br
27. Papaléo Paes (PSDB-AP) -papaleo@senador.gov.br
28. Tasso Jereissatti (PSDB-CE)-tasso.jereissati@senador.gov.br
29. Geraldo Mesquita (PMDB-AC) -geraldo.mesquita@senador.gov.br
30. Maria do Carmo (DEM-SE) -maria.carmo@senadora.gov.br

2. O que me emociona nesse povo é seu senso de patriotismo e sua percepção de oportunidade. Um colosso!


OSVALDO LUIZ RIBEIRO
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