Mostrando postagens com marcador Maria Bethânia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Maria Bethânia. Mostrar todas as postagens

domingo, 28 de novembro de 2010

(2010/595) Músicas "quase" hierofânicas


1. Há algumas músicas que ouvi na vida que me marcaram. Não é a letra, não - é a melodia. E o segredo delas, eu revelo: é o tom grave, o uso do baixo e da bateria, da percussão, cujo efeito em minha "alma" é avassalador - daí a música evangélica atual ter perdido completamente o poder de me atrair, aliás, me causa repulsa, com seus graves estridentes, sua gritaria descontrolada, credo em cruz! Acho que determados tons têm um poder - ao menos em mim - de me transportar para um mundo feérico. Se medido, talvez se detectasse uma alteração nos níveis de gás carbônico em meu sangue - o que tem por conseqüência a alteração do estado de consciência (a isso chamamos "estado de adoração", nas igrejas). De vez em quando, gosto de ouvi-las. Como agora.

Phil Collins - In The Air Tonight



The Cranberries - No Need To Argue



Maria Bethânia - Invocação (Chico César) - essa, também a letra, naturalmente...





OSVALDO LUIZ RIBEIRO

sábado, 20 de março de 2010

(2010/239) Eu nascendo e Bethânia se parindo...


1. 1965. Um ano de Golpe Militar. No final do ano eu vou nascer. É logo ali. Mas Bethânia se adianta. Tem os 18 anos da pressa, e se vai parir em pleno palco, porque, consta, Nara Leão teve de ser substituída. E lá vai a desconhecida nordestina cantar o Nordeste carcará. Veio e ficou. Eu vou indo.









OSVALDO LUIZ RIBEIRO

sexta-feira, 19 de março de 2010

(2010/228) Pessoa, na voz de Bethânia


1. Eros e Psiquê, de Fernando Pessoa, declamado por Maria Bethânia - porque nada é tão superlativamente bom... que não possa ser ainda melhorado... Algo assim como a Bel... quando sorri pra mim...









OSVALDO LUIZ RIBEIRO

domingo, 4 de outubro de 2009

(2009/522) Agonístico e apaixonado


1. Porque também a paixão é um enfrentamento de corpos, uma aproximação de olhos, uma aproximação de almas, um afastar-se e dar o bote, um saltar e morder, um recolher-se e esperar, um respirar... e outro... e outro... e uma morte.

2. E porque também o enfrentamento da vida se faz com eroticidade à flor da pele, porque se há de querer, se há de desejar, se há de desesperar pelo que se quer, deseja e desespera - ou não é vida esse respirar frouxo do diafragma.






OSVALDO LUIZ RIBEIRO
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Sobre ombros de gigantes


 

Arquivos de Peroratio