sexta-feira, 30 de maio de 2014

(2014/534) Confissões de um teólogo crítico, marido de Bel


Duas coisas a dizer, aparentemente contraditórias:

a) quando me virem, onde quer que eu esteja e fazendo o que quer que esteja fazendo, ao relatarem o fato, digam que me viram a suar pelo pão de Izabel Ribeiro. Nada mais faço na vida: essa é a minha razão de viver - o pão diário de meu amor.

b) quando me perguntarem o que tenho a mdizer sobre tudo que escrevo, direi: "estou apenas começando"...

Ora, se é apenas (como assim, "apenas"?) pelo pão de Bel que faço tudo que faço, como posso dizer que, quanto ao que escrevo, estou apenas começando?

Simples. Quando eu ainda operava dentro dessa racionalização mítica, eu aprendi que tudo que eu fizesse, deveria fazer com todas as forças... Eu saí da racionalização mítica de trato religioso, mas essa lição permanece na minha carne: já que é assim que ganho o pão de minha felicidade, será com todas as forças. De modo que, se há algo a dizer aqui, direi, e até o fim.

Mas não se enganem: é "apenas" o pão de Bel...

Seria igualmente assim, fora Biologia...











OSVALDO LUIZ RIBEIRO

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