segunda-feira, 11 de novembro de 2013

(2013/1327) De neopentecostais e críticos "liberais" - as desculpas esfarrapadas da nmegligência


Meu amigo Ronaldo Cavalcante me conta, hoje, que, em Goiânia, alguém muito ativo nas pregações evangélicas disse que se deve evitar dois extremos - o que ele chamou de banalização gospel, o mundo neo-pentecostal e da teologia da prosperidade tresloucada, de um lado, e o pessoal liberal, que desmonta a Bíblia e não crê em mais nada...

Bem, como esse discurso é uma pataquada, independentemente de quem o verbalize, não vem ao caso quem o disse - mas é uma nítida tentativa de não confessar que o que ele chama de banalização neo-evangélica de prosperidade tresloucada é fruto direto da conversa mole conservadora de a) sonegar informações aos crentes, b) castrar o pensamento crítico e c) apascentar pessoas sem autonomia e identidade própria...

Pode esbravejar o quanto quiser: o mérito, a glória e o louvor pelo que está dado aí no mundo gospel é todo da geração Bíblia e Oração, desde a década de oitenta e noventa...

Plantou-se vento...

Colha-se tempestade...

Vai ver se alguém esclarecido teologicamente cai nessa esparrela neo-evangélica? Não, mas também não cai nessa velha esparrela evangelical... Eis o problema, né?








OSVALDO LUIZ RIBEIRO

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