domingo, 6 de outubro de 2013

(2013/1161) Ao ingênuo, tudo se perdoa - ao ingênuo


A fé ingênua, sincera, infantil mesmo, na ideia monoteísta, eu entendo. Quando você é catequizado, recebe de bom grado, de boa fé, a doutrina. Você está com todas as guardas abertas. É crédulo. É cordato. É manso. É maleável... Como eu posso ser leviano e condenar tão inocente criatura...?

Mas, ouvir um filósofo, com quinze diplomas na parede, de falar virando os olhos, de citar grego, alemão, italiano e esperanto, entornar loas ao "conceito monoteísta", fico pensando se ele está mesmo se enganando, se está apenas fazendo o trabalho secundário de reforço da catequese, ele, que é, sempre, um cristão, a despeito de tudo e de toda secularização, que ele critica, ou se está apenas seguindo o roteiro que se espera do espetáculo...

Qualquer que seja a hipótese, constrangedor...









OSVALDO LUIZ RIBEIRO

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