sábado, 10 de novembro de 2012

(2012/747) Das curvas - do cérebro e do corpo da mulher



Já viram a imagem do cérebro com aquele dizer: "valorize suas curvas", uma indicação indireta às curvas femininas e uma crítica a essa vaidade, preceituando uma valorização do "estudo" e do "pensar"?

Pois é...

Bobagem.

A Natureza - se preferirem, "Deus" - deu curvas à mulher e sabia por que as dava: há um ímã preso em cada curva do corpo da mulher e há um outro ímã na retina de cada homem (nos gays, a coisa deve funcionar de outro jeito, posto que é biológico o mecanismo inteiro).

A Natureza quer que a gente faça sexo. Sexo. Sexo. Sexo. Sexo. É como a tartaruga, que faz sexo, coloca mil ovos (morrerão 999), faz sexo, coloca mil ovos (morrerão 999), faz sexo...

Para a Natureza (para "Deus", se preferirem), somos máquinas de fazer sexo e procriar - esse é o sentido que a Natureza deu para nós.

Transcendemos isso.

Saímos da Natureza. Tornamo-nos, então, eróticos.

E lá estão as curvas...

Por que acham que as religiões tendem a enfiar as mulheres em burcas?

Para os homens santos fingirem que são santos. Somos nada. Um quadril, um decote, e a santidade vai para o beleléu...

Do púlpito, quantos pastores se contorcem, lá de cima, diante de decotes, pernas cruzadas, coxas, braços... Um desespero...

Burca nelas...

Besteira.

A mulher tem que saber que suas curvas são ativas. E deve valorizá-las. São seu presente natural. Sua bomba atônica - daí, Bikini, nome do atol onde se explodiam bombas e, genialmente,  por isso, nome da peça dupla que cobre/descobre as curvas femininas...

Não é preciso escolher entre as curvas do cérebro e as dos quadris. Há que se cuidar das duas.

Sem reduzir às curvas do cérebro o sentido da vida...














OSVALDO LUIZ RIBEIRO

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