quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

(2015/126) Fragmentos facebookianos


I.

Cuidado: há uma diferença irreconciliável entre aprender "o método acadêmico" e ser obrigado a repetir o que os orientadores obrigam. Há muita subserviência e muita aristocracia inquestionável no mundo da pesquisa - e isso não representa, absolutamente, a regra do jogo. O jogo se chama "o que é isso que estamos vendo" - e mais nada. Fosse a perspectiva dos orientadores o que se pensa que é, a ciência não desdizia metade do que disse a cada 50 anos.

https://www.facebook.com/osvaldo.l.ribeiro/posts/779093048837934


II.

O que você escreve é pesquisa.
O que os outros escrevem é opinião...
Porque você seleciona o autor que você quer e diz o que você quer dizer, tendo-o escolhido justamente porque ele diz o que você quer dizer, você faz pesquisa.
Mas os outros, que dizem o que querem dizer, emitem opinião.
A dissimulação é bosta que escorre em muitos apontamentos de pesquisa.

https://www.facebook.com/osvaldo.l.ribeiro/posts/778630998884139


III.

Disseram-me que sou mau...
Eu retruquei que é uma falsa percepção das aparências...
É?, perguntou-me, animado, o interlocutor...
Sim, respondi, sob a aparência eu sou muito pior.

https://www.facebook.com/osvaldo.l.ribeiro/posts/778208248926414


IV.

Não acredito em pesquisas que estão atrás de algo que lhes sirva. Acredito em pesquisas que se deixam convencer.

https://www.facebook.com/osvaldo.l.ribeiro/posts/779097718837467?pnref=story


V.

O problema do cérebro defeituoso é que o pensamento continua funcionando: tudo errado, todo torto, todo repleto de equívocos e raciocínios viciados. Mas a sensação que ele dá ao sujeito é de que está na onda... É como afogado e mergulhador: os dois estão na água: um deles, todavia, está a 2 minutos da morte.








OSVALDO LUIZ RIBEIRO

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