sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

(2014/797) Fragmentos facebookianos

I.

Se, quando você lê a palavra "teologia" lhe vem à sua mente, teólogo, a ideia de Jesus, Deus, Maria, não me venha com a conversa fiada de que é assim, porque você é cristão: é assim porque você é um mau teólogo. Fosse um bom teólogo, lhe viria à mente a ideia de sagrado, de divino, mas sem os nomes de gueto que cada gueto dá a eles...


II.

Primeiro, fazer todo esforço para desenvolver uma ideia firme, clara, fundamentada, segura, plausível. Sem isso, é tolice falar em "conhecimento".

Depois, todo esforço para refutá-la. Sem isso, não se pode falar em método acadêmico-científico.


II.

Não sei onde se cometem mais equívocos de imaginação: quanto à religião da Grécia ou quando à religião do Antigo Testamento...


IV.

Eu sou um Luiz Ribeiro.
Não chego a ser um Ribeiro de Fogo, mas acho que se eu fizer alguma fricção com isso aqui, deixa eu ver, pego duas ou três labaredas de Feuerbach...


V.

Desconfio - e MUITO - de todo mundo que defende fervorosamente a religião no espaço público. Há quem pesquise o fenômeno: é uma coisa. Há quem salive por ele: isso é outra coisa. Não gosto da religião na praça, na rua, nas calçadas... E desconfio MUITO de quem muito goste...


VI.

Eu critico a religião.
O aborrecido com isso retruca que a política é igual.
E eu me pergunto se ele está se ouvindo...


VII.

Já viu um bebê socando o outro por causa de seu pai?
Mas crente, tem...


VIII.

A carne tem fome?

Fere alguém?

Fere você?

Dê-lhe de comer.


IX.

Osvaldo, que significa aquela passagem em que Jesus chama de seus àqueles que nem o conheciam, mas, depois, nega como seus aqueles que lhe dirigiam palavras de reconhecimento...?

Na prática, nada.

Como assim?

Ora, olhe à sua volta.










OSVALDO LUIZ RIBEIRO

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