quinta-feira, 22 de maio de 2014

(2014/488) O que estou fazendo aqui?



Hoje de manhã, uma aluna, do nada, disse-me, em público, no meio da aula que nem de longe tinha esse tema, que minha ação no Facebook fazia discípulos, seguidores, que eu era uma espécie de profeta moderno, que tinha encontrado nas redes sociais um canal para driblar o policiamento eclesiástico...

Ela não podia estar mais equivocada.

Disse-lhe:

a) não entendi o assunto...

b) tenho 2.000 "seguidores", mas pouco mais de 20 são os assíduos, um máximo de 100 eventualmente curtem os posts que "bombam" e agrande maioria nem alô dá.

c) a grande maioria dos "seguidores" usa o que eu escrevo, mas só se compromete até certo ponto - nadam até três metros de profundidade, mas nas águas profundas que há no pote da minha retórica, sequer os pés molha.

d) não tenho a mínima preocupação de fazer a cabeça de ninguém - no fundo, mais converso comigo mesmo aqui do que com alguém especificamente.

e) Izabel Ribeiro é minha testemunha: faço porque gosto, e não por ter alma de "pedagogo" engajado - salvar o m undo? Sabe de nada, inocente... No dia que eu perder o gosto e o gozo, desligo o PC e vou fazer outra coisa.

Não sei se ela creu...










OSVALDO LUIZ RIBEIRO

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