1. O meu predileto é aquele que, em Assim Falou Zaratustra, desmonsta o fundamento do medo, aos ouvidos do moribundo: "não temas, homem que jaz à morte... não há inferno..". Bem, não era bem um "palhaço", era? Ou não será justamente para isso que eles servem, para dizer as verdades e, depois, arrancar de nós um sorriso de cumplicidade disfarçada e teatral? Diante dos palhaços, não há como arrostar-lhes a heresia: é para isso que servem...
OSVALDO LUIZ RIBEIRO
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