quarta-feira, 25 de março de 2015

(2015/320) O domínio do objeto passa pelo domínio da metodologia, mas não se confnude com ele

Quando o estudante - e mesmo o profissional - "domina" mais o método do que o objeto, dá-se a desgraça. Completa desgraça.

Quando ele falar sobre seus exercícios (profissionais também), vai gastar horas falando da metodologia. Mas você pouco verá de sua utilização. E o que é pior: quando vir, verá que o objeto não está adequadamente tratado...

É o caso da Exegese. Você compra livros do tipo "manual", é obrigado a ler 50 páginas de teoria sobre o método, e, quando vai ver a aplicação, é tanto respeito que se faz o exercício ou sobre traduções no vernáculo (quando são livros traduzidos) ou sobre traduções que você olha e desanima...

Para mim, só tem uma forma de discutir metodologia: é revelá-la em seu uso, justificando-a passo a passo - pari passu à revelação do objeto.

E só há uma forma de domínio adequado de uma metodologia - ainda mais adequado domínio do seu objeto...









OSVALDO LUIZ RIBEIRO

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