sexta-feira, 20 de março de 2015

(2015/296) ... para absolutamente nada...

Tão certo quanto um dia ele surgiu, parindo-se de tantas outras catástrofes cósmicas, um dia, amanhã, nosso planeta há de simplesmente desintegrar-se, engolido por seu próprio deus de luz, a energia que lhe deu vida há de cobrar-lhe um preço inescapável...

E, assim, nesse dia ou já mesmo antes, nós, nós, os humanos, nós, desapareceremos para sempre...

Seja o que for que se suceda depois disso, ninguém, nenhuma criatura, nada, coisa alguma saberá de nós, de nossas dores...


Tanta dor para nada.

Tanta dor para absolutamente nada...










OSVALDO LUIZ RIBEIRO

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