1. Entre poesia e folclore, entre arte e mito, salpicadas da dor das águas, as palavras vão-se tecendo, tecendo... Será se, à época dos Salmos, cantava-se assim, com gestos de entre o samba e a religião?
2. A letra de Conto de Areia está aqui. Entendo-a como a narração da tristeza da morena, que perdeu seu amor no mar... Como é da Bahia, tinha que ter Iemanjá no meio, e Beira Mar, claro... Porque, na Bahia, como no Oriente Próximo Antigo, nenhuma palha o vento levanta sem que os deuses determinem... Também isso, lembro agora, Jesus o disse...
OSVALDO LUIZ RIBEIRO
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