Em meados do século II, alguém escrever uma narrativa em que Jesus diz a uma mulher adúltera que não a condena, ao mesmo tempo que deixa claro que todos os homens são tão pecadores quanto ela, mas, o que é infinitamente mais relevante, que ele, no século II já o próprio Verbo, não a condena, e isso depois de cem anos de Paulo, de condenações, de depravação, de necessidade de sangue, se isso não é subversão teológico-política, quero, literalmente, e não apenas em solidariedade ao Daniel, ser mico-de-circo...
OSVALDO LUIZ RIBEIRO
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