domingo, 3 de novembro de 2013

(2013/1308) Eu chamaria de fé...


Se você me disser que, se eu orar, recebo, o que for, o que eu pedir, exatamente como diz o Novo Testamento, naquelas passagens que dizem que quem pedir recebe, e, mais, se você disser que pode até me ensinar (não como o David (Paul) Yonggi Cho, que ensinava, mas parece que precisou de caixa e se meteu numa fria com a polícia), bem, então eu até pararei pra te ouvir...

Mas aí vem você com aquele papo de que eu até posso orar, é fundamental, mas não é garantido nada, que Deus pode dar e pode não dar, tudo vai depender dele, da vontade dele, eu posso até espernear, mas é ele quem vai decidir se dá, se não dá...

Bem, nesse caso, deixemos tudo com ele. Se ele está lá e se ele é dono do ouro e da prata e é quem se diz que é, então ele fará o que tem de fazer, independentemente de qualquer coisa...

Chame a isso do que quiser.

Eu poderia chamar de fé.








OSVALDO LUIZ RIBEIRO

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