quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

(2013/170) De Deus e para os homens


1. Qualquer um que use Deus para fazer pessoas fazerem coisas, deixarem de fazer coisas, pensarem coisas, deixar de pensarem coisas, está a serviço de um modelo pedagógico que não leva em conta a liberdade, a autonomia, a livre-determinação humana, a discussão de valores e princípios...

2. Não há, aí, compromisso comigo enquanto pessoa, enquanto sujeito - vê-me como objeto, como coisa,  alguém a ser enganado, moldado segundo sua própria concepção megalomaníaca de vida...

3. Que distância quero de um tal sujeito? A de um trilhão de mundos búdicos...





OSVALDO LUIZ RIBEIRO


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